Resumo
NAHMIAS SS27 “Patina” explora a nostalgia e a beleza do envelhecer por meio de um trabalho artesanal refinado.
A coleção destaca suedes envelhecidos em ateliê, jeans superdesbotados e peças tecidas à mão no Peru.
Referências às artes e aos trabalhos manuais da infância retornam em detalhes de crochê exclusivos e jeans com motivos inspirados em tatuagens temporárias.
NAHMIAS apresentou oficialmente sua coleção Spring/Summer 2027, batizada de “Patina”, uma exploração conceitual da nostalgia, do envelhecer e das memórias de infância. Guiada pela filosofia de que o estilo e o caráter autênticos se moldam na vivência real do dia a dia, a coleção revisita referências juvenis familiares com construções sofisticadas. A narrativa de design equilibra com leveza o despojamento californiano característico da NAHMIAS a uma execução artesanal apurada, celebrando a evolução elegante das peças que passam de mão em mão — e as marcas belíssimas que o tempo deixa pelo caminho.
A inovação em materiais atua como base estrutural da coleção, com forte ênfase em acabamentos usados, tratados e envelhecidos. Entre as principais peças do prêt-à-porter estão suedes envelhecidos em ateliê, com pátina intensa, jeans superdesbotados, calças minuciosamente pintadas e básicos de algodão com efeito destroyed, que refletem as texturas da vida cotidiana. Essa profundidade matérica surge ao lado de camisetas de basquete com pegada vintage, silhuetas de sportswear lavado e casacos de couro em patchwork elaborado, que canalizam os códigos nostálgicos essenciais ao universo da marca.
Detalhes de renda feitos à mão buscam inspiração nas artes e nos trabalhos manuais da infância, reinventados com um savoir-faire apurado, enquanto elementos de crochê evocam inocência e criatividade. Jeans com motivos inspirados em tatuagens temporárias evocam ainda mais as memórias da juventude, transformando detalhes lúdicos em elementos de design sofisticados. Peças tecidas à mão no Peru reiteram o compromisso da marca com o trabalho artesanal, consolidando “Patina” como uma coleção que encontra beleza naquilo que é usado, lembrado e passado adiante.



