Resumo
- A Dior convidou o artista britânico Alex Chinneck para assinar as vitrines de suas flagships em Nova York e Los Angeles.
- Em cartaz na House of Dior New York e em Beverly Hills, as instalações reinterpretam a cultura de rua de cada cidade sob uma lente surrealista, distorcendo ícones e símbolos urbanos em esculturas lúdicas.
As novas instalações de Alex Chinneck para a Dior levam um toque de fantasia escultórica à House. O artista britânico é conhecido por suas instalações públicas lúdicas, que dobram e distorcem nossa percepção da vida urbana, e em seu novo ato ele chega às flagships de Nova York e Los Angeles com uma verdadeira história de duas cidades.
A House of Dior New York recebe nove novas esculturas que reinventam o movimento da Madison Avenue sob uma lente surrealista: um buquê de semáforos retorcidos explode em verde, amarelo e vermelho; postes de luz são “dobrados em laços para evocar fitas, fios e drapeados de couture”, segundo comunicado da Dior; um táxi amarelo amolece e se derrete contra a fachada de vidro.
Da mesma forma, a versão em Los Angeles explora a opulência do boulevard em cinco obras. A cultura automotiva e as carrocerias reluzentes assumem o protagonismo, sobretudo em um carro vermelho curvado em um loop perfeito. Em outra cena, um manequim balança silenciosamente em um poste de luz curvado, canalizando o fascínio cinematográfico da cidade.
Marcando o primeiro aniversário dos dois espaços assinados por Peter Marino, as obras encomendadas celebram a rica história da Dior nos Estados Unidos, naquilo que a House define como “verdadeiros poemas visuais”. As criações de Alex Chinneck estão agora em exibição na House of Dior New York e em Beverly Hills.



