Resumo
- A Maison Margiela inaugurou oficialmente a exposição “Tabi: Collectors Exhibition” no The Third Avenue Art Museum, em Chengdu, em cartaz de 9 a 13 de abril de 2026.
- A mostra integra o amplo projeto MaisonMargiela/folders, que celebra os códigos fundadores da maison após o desfile de Outono/Inverno 2026 em Shanghai.
- O evento imersivo reúne os acervos pessoais de Tabi de nove colecionadores globais, um Maison Margiela Café interativo e uma extensão digital hospedada em pastas públicas no Dropbox.
A Maison Margiela segue revelando os bastidores de seus processos criativos e de seus códigos icônicos. Após um desfile histórico de Outono/Inverno 2026 em Shanghai, em 1º de abril, a maison parisiense inaugurou oficialmente a exposição “Tabi: Collectors Exhibition” em Chengdu. Em cartaz de 9 a 13 de abril no The Third Avenue Art Museum, a instalação celebra a comunidade global que adotou o polêmico e icônico sapato de bico fendido como uma forma profundamente pessoal de expressão individual. A ativação em Chengdu se estabelece como um dos pilares centrais da iniciativa mais ampla MaisonMargiela/folders — uma série de exposições regionais que destacam os alicerces da marca em toda a China.
Para explorar a fundo a relação entre o sapato e quem o calça, a Maison Margiela reuniu as coleções pessoais de nove colecionadores de Tabi espalhados pelo mundo: Marta de Megni, Menthae, Zhiyu Wang, Zion.T, Theaster Gates, Jerami Grant, Pandora Graessl, Eléonore Guignot e a família Mor. Cada convidado apresenta seu próprio arquivo pessoal, recorrendo a fotografias em escala real para reconstruir seus guarda-roupas e oferecendo um olhar íntimo sobre como essas peças raras, customizadas e adoradas são usadas e preservadas ao longo do tempo.
Além das coleções pessoais, o público pode se aprofundar ainda mais no Maison Margiela Café, que funciona como ponto de encontro central dentro do museu. O espaço também abriga uma seleção curada dos próprios Tabis de arquivo da maison. Uma linha do tempo do calçado traça a evolução da silhueta em diferentes formas e materiais, servindo de tela para a experimentação da maison — da bota original da coleção Primavera/Verão 1989 até as interpretações mais recentes, incluindo o impactante Artisanal Tabi Claw.
A exposição em Chengdu integra um movimento inédito de transparência da grife de luxo. Em sintonia com as ativações físicas do projeto MaisonMargiela/folders em andamento pela China — incluindo a mostra Artisanal em Shanghai, Anonymity em Beijing e Bianchetto em Shenzhen —, a maison está tornando todo o material expositivo e a documentação das instalações totalmente open source.
A “Tabi: Collectors Exhibition” abre diariamente das 10h às 20h no The Third Avenue Art Museum, recebendo tanto visitas agendadas quanto espontâneas. Para os fashionistas que não podem comparecer presencialmente, o arquivo digital em constante atualização está acessível globalmente por meio das pastas de trabalho públicas da Maison Margiela no Dropbox.