Suprema Corte dos EUA rejeita recurso da Vetements e mantém negação de marca registrada federal

U.S. Supreme Court Rejects Vetements Appeal Over Federal Trademark Denial
Victor Lochon/Getty Images

Resumo

  • A Suprema Corte dos EUA recusou oficialmente analisar um recurso da Vetements, mantendo as decisões de instâncias inferiores que negam à marca o registro federal de marca para o seu nome.

  • Com base na chamada “doutrina dos equivalentes estrangeiros”, o tribunal concluiu que a marca é genérica ou meramente descritiva, já que “vetements” é a tradução direta da palavra inglesa “clothing”.

  • A decisão reforça um padrão jurídico rígido para labels internacionais, confirmando que marcas em língua estrangeira não podem obter registro de marca nos EUA se o seu nome for a tradução literal do produto que vendem.

A intensa disputa judicial em torno do branding da Vetements Group AG chegou a um desfecho definitivo nos Estados Unidos. Em 12 de janeiro de 2026, a Suprema Corte dos EUA se recusou a analisar o recurso da grife de luxo, na prática mantendo as decisões anteriores que negam à marca a proteção de marca registrada em âmbito federal para o seu nome. A decisão reforça a chamada “doutrina dos equivalentes estrangeiros”, um arcabouço jurídico que trata palavras estrangeiras por suas traduções diretas para o inglês durante o processo de registro.

A disputa girava em torno do fato de que “vetements” é a tradução literal em francês de “clothing”. Pela lei de marcas dos EUA, um termo genérico ou meramente descritivo dos produtos vendidos — como batizar uma marca de roupas de “Clothing” — não pode ser monopolizado como marca registrada. Embora a maison tenha defendido que a grande maioria dos consumidores americanos enxerga a palavra como um nome de marca único, e não como uma descrição literal, o U.S. Patent and Trademark Office (USPTO) e as instâncias inferiores discordaram. Para eles, permitir o registro impediria, de forma injusta, que outros concorrentes usassem um termo descritivo de uso comum.

A recusa da Suprema Corte em intervir representa um obstáculo significativo para marcas internacionais que tentam entrar no mercado americano com nomes em línguas estrangeiras. A decisão deixa claro que o fato de um termo soar “exótico” não o blinda do crivo das autoridades de marcas: se o nome se traduz no próprio produto, o registro continua sendo uma batalha difícil. Para a Vetements, o resultado significa que a marca precisa seguir operando nos EUA sem as proteções jurídicas específicas garantidas por um registro federal de marca para seu principal signo distintivo.

Este artigo foi traduzido automaticamente do inglês.
Hypebeast Newsroom

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