‘Death Stranding 2’ Quase Apresentava uma Mecânica de 'Jogo do Esquecimento'

Hideo Kojima 'Forgetting Game' Idea Scrapped From 'Death Stranding 2'
Bryan Bedder/Getty Images

Resumo

  • Kojima originalmente teve uma ideia de “jogo do esquecimento” para Death Stranding 2
  • O conceito gira em torno de uma mecânica na qual longas pausas no jogo podem fazer com que os personagens percam habilidades e informações
  • Isso se alinha com o interesse de Kojima por mecânicas de jogo desafiadoras

No episódio mais recente do seu podcast KOJI10, Hideo Kojima, o renomado designer de videogames, falou sobre um conceito intrigante que ele originalmente teve para o próximo Death Stranding 2: On The Beach. Ele chamou a ideia de “jogo do esquecimento”, com o conceito central girando em torno do personagem do jogador gradualmente perder informações vitais e habilidades se o jogador ficar muito tempo sem jogar. Por exemplo, o personagem pode esquecer como usar armas ou até mesmo sua profissão. Essa perda continuaria até que o personagem pudesse esquecer até mesmo como se mover, exigindo que o jogador voltasse logo ao jogo ou arriscasse grandes retrocessos no jogo.

A ideia do “jogo do esquecimento” combina com alguns dos elementos típicos de design de Kojima. Seus jogos geralmente têm mecânicas únicas e, às vezes, desafiadoras, que exigem que o jogador se dedique e se envolva. Essa nova ideia também explora temas como memória e a passagem do tempo, que apareciam de forma sutil em seus jogos anteriores. Por exemplo, o chefe atirador envelhecido em Metal Gear Solid 3Apesar de Kojima não ter certeza se um jogo assim venderia bem, a ideia mostra que ele continua interessado em explorar novas formas de interagir com os sistemas de jogo e desafiar as expectativas dos jogadores.

Zoe Leung Senior Editor

Zoe Leung is a Senior Editor at Hypebeast, where she has been shaping the publication’s coverage of horology, art, design, and culture since 2023. Her extensive watch reporting spans exclusive manufacture visits with Maisons like Zenith, Jaeger-LeCoultre, and Grand Seiko, as well as insightful conversations with industry leaders and artisans. Beyond watches, she regularly spotlights international creatives and cultural phenomena, utilizing her knowledge of global music and entertainment subcultures to deliver narratives that explore the worldwide influence of contemporary visual storytelling and cross-cultural artistry.

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