Exclusivo: cinco perguntas com Druski sobre estilo pessoal, F1 em Vegas, Coulda Fest e mais
Encontramos o comediante durante a tomada eletrizante da T-Mobile no Grande Prêmio de Las Vegas deste ano.
Las Vegas durante o fim de semana de Grand Prix tem um jeito de te puxar pra órbita dela, com barulho, luzes de neon e muita adrenalina. E foi exatamente aí que encontramos o comediante, criador e agente de mudança cultural Druski para uma conversa exclusiva sobre F1, estilo pessoal e comédia, do jeito único que só ele sabe entregar. Entre as ativações superiluminadas e o caos do fim de semana de corrida, Druski cruzou a Strip como quem já conhece o terreno, mas manteve a sinceridade total com a gente sobre como as próprias experiências dele têm sido, de verdade.
Saindo direto de uma sequência de shows da turnê e já se preparando para a próxima edição do Coulda Fest, ele chegou em Vegas com a mesma energia que leva pros seus skits: rápido, afiado e totalmente focado. E mesmo com um fim de semana em que parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, ele deixou bem claro o quanto valoriza a liberdade de ver as corridas, se conectar com as pessoas e a parceria contínua com a T-Mobile, em que ele e a marca ainda têm muita coisa guardada pro futuro próximo.
No melhor estilo Hypebeast, mantivemos a conversa na real, passando da evolução de estilo dele aos momentos mais marcantes da turnê e às formas inesperadas como a energia da F1 acabou cruzando o seu mundo.
Confira o nosso perguntas e respostas abaixo e mergulhe nesse papo com uma das estrelas mais quentes do entretenimento.
Hypebeast:
Você é conhecido por montar uns looks bem ousados pros seus skits e, às vezes, tirar onda das tendências de moda do momento. Quais são alguns “do’s e don’ts” de estilo pessoal do Druski?
Druski:
Eu diria que meu estilo definitivamente mudou com o tempo. Quando comecei, usava muitos coletes e cores bem chamativas. Com o tempo, fui amadurecendo — hoje eu sou mais um cara do terno. De vez em quando você ainda pode me ver de óculos de esqui, depende do meu humor ou se eu tô no palco. E eu continuo variando com Birkenstocks, um fit da Nike, o que eu estiver a fim de usar. Tô sempre testando coisas diferentes, mas sim, meu estilo cresceu ao longo do tempo. Já não fico mais nas cores berrantes e nos coletes 24/7.
Já que estamos no Las Vegas Grand Prix — se rolasse uma corrida só de celebridades e você estivesse no volante de um carro de F1, em que posição, sendo bem realista, acha que chegaria?
Sinceramente, provavelmente em primeiro. Porque “if you ain’t first, you’re last” — você sabe como é o ditado. É pura energia! Eu cresci pilotando kart no bairro, então é isso… eu confio nas minhas chances.
Se você pudesse desenhar o seu próprio macacão de corrida e o seu capacete, qual seria o visual?
Eu usaria com certeza aquele rosa magenta da T-Mobile. Eles têm que patrocinar, e essa é a cor — tem que fazer o dinheiro trabalhar a seu favor! Não vou torrar todo o meu dinheiro de Coulda Been Records num macacão de corrida. E com o capacete é a mesma coisa: magenta total, ele todinho. No fim das contas, minha gravadora não vai colocar dinheiro nisso — quem vai é a T-Mobile!
Vegas tem aquela energia de “o que acontece aqui, fica aqui”. Qual é uma coisa que você fez neste fim de semana que encaixa bem nessa frase?
Bom, uma coisa que eu andei fazendo foi perder muito dinheiro na mesa de bacará. Então o meu dinheiro tá, com certeza, ficando em Vegas. Não vou ver esse dinheiro de volta. Acabou. Já era.
O Coulda Fest está em uma fase incrível. Quais são alguns momentos da turnê que resumem o que torna tudo isso tão especial e como você convenceria as pessoas a colarem na turnê pra ver o show?
Sim, a gente acabou de fazer a edição de Philly, e a próxima parada é Atlanta, na State Farm Arena. São muitos momentos marcantes na turnê, mas os com o Usher sempre se destacam — eu andando por aí com aquele casaco peludo vermelho, parecendo o Usher! Esses são alguns dos meus favoritos porque têm tudo a ver com a minha marca, e os fãs piram quando eu apareço no meio da galera desse jeito. Eu também amo chamar artistas com quem trabalhei ao longo dos anos. A gente simplesmente se diverte no palco — não é só música. A gente faz piada, improvisa e sempre rolam momentos engraçados. Com certeza esses são alguns dos destaques pra mim, e muita gente vai ao Coulda Fest sem saber o que esperar e sempre sai impressionada. Só recebemos reviews ótimos — 10 de 10, toda vez. Tem sido incrível!

















