Resumo
- O comissário da NFL Roger Goodell confirmou que Bad Bunny será a atração principal do Halftime Show do Super Bowl de 2026, apesar de enfrentar críticas políticas.
- Goodell defendeu a decisão citando a popularidade global do artista porto-riquenho e o objetivo da liga de proporcionar um “momento emocionante e unificador”.
- O comissário afirmou que a NFL não cogita abrir mão do artista, colocando em primeiro plano o impacto cultural e o valor de entretenimento.
O comissário da NFL Roger Goodell rechaçou de vez os pedidos para mudar o Halftime Show do Super Bowl, reiterando que Bad Bunny vai comandar o evento de 2026, apesar das críticas públicas de figuras conservadoras. A argumentação de Goodell destaca o apelo global do artista e a confiança da liga em oferecer um espetáculo cultural unificador.
Falando na reunião de outono dos proprietários da NFL, Goodell abordou a polêmica diretamente, chamando Bad Bunny de “um dos artistas mais influentes e populares do mundo”. Ele afirmou que a escolha foi “cuidadosamente pensada” e reconheceu que toda atração do Super Bowl gera “alguma reação negativa ou críticas”. O objetivo, disse Goodell, segue sendo entregar uma apresentação que seja um “momento emocionante e unificador” para as centenas de milhões de espectadores.
A reação, que inclui críticas de Donald Trump, se concentra na música em espanhol do astro porto-riquenho e em seus posicionamentos políticos no passado. A NFL, porém, assume essa mensagem cultural, destacando a imensa popularidade de Bad Bunny, sobretudo entre públicos mais jovens e diversos. O próprio Bad Bunny respondeu com bom humor aos críticos, provocando: “aprendam espanhol” antes de julgar. Ao manter a decisão, a NFL prioriza o entretenimento de alcance global e o impacto cultural em vez de apaziguamento político, garantindo que o Halftime Show de 2026 siga como um dos eventos mais aguardados do ano.