Resumo
- Bad Bunny voltou ao Met Gala este ano encarnando uma versão idosa de si mesmo, combinando um raríssimo Cartier Cloche vintage ao seu visual sob medida da Zara.
- O relógio em ouro amarelo 18k traz mostrador girado, algarismos romanos, ponteiros em aço azulado e coroa com cabochão de safira.
Desde sua estreia em 2022, Bad Bunny se tornou presença obrigatória no tapete vermelho do Met Gala, e neste ano voltou com um dos visuais mais conceituais de sua trajetória. Subindo as escadarias do museu como uma versão envelhecida de si mesmo, o astro porto-riquenho vestiu um look sob medida da Zara que dramatizava a passagem do tempo e a inevitabilidade do envelhecimento. Para ancorar essa narrativa, ele escolheu um relógio de arquivo de inspiração extremamente precisa. Apaixonado por relojoaria, Bad Bunny tem uma coleção pessoal notoriamente eclética: já exibiu peças inusitadas de maisons prestigiadas como Audemars Piguet e Patek Philippe, ao mesmo tempo em que privilegia, em ocasiões formais, relógios de pulso vintage menores e ultraclássicos. Para este red carpet, ele deixou de lado o brilho contemporâneo em favor de um estilo de herança, coroando a transformação com um raro Cartier Cloche vintage.
O Cartier Cloche – batizado por causa de sua inconfundível forma de “sino” – é uma maravilha excêntrica do design do início do século XX, perfeita para o tributo histórico do artista. A referência de arquivo que ele usou vem de uma cobiçadíssima edição limitada de 1996, restrita a apenas 200 exemplares em todo o mundo. Em ouro amarelo 18k, a caixa emoldura um mostrador singularmente girado em 90 graus, posicionando o índice das 12 horas junto à coroa. Esse arranjo engenhoso foi originalmente pensado para que o relógio também pudesse funcionar como um mini relógio de mesa quando apoiado de lado. A peça reúne os códigos mais emblemáticos da Cartier: algarismos romanos pretos bem definidos, ponteiros tipo espada em aço azulado e coroa com cabochão de safira. Em conjunto, esses detalhes reforçam o apelo atemporal do Cloche, ao mesmo tempo tesouro de colecionador e complemento perfeito para a narrativa vanguardista de Bad Bunny no Met Gala.



