Cultura Sneaker na Venezuela: vozes de um movimento em ascensão
A CEO está no coração dessa revolução como a única loja de bairro que recoloca a Venezuela no cenário global dos sneakers.
A cultura sneaker na Venezuela est 1 atingindo novos patamares. Em um pa eds onde o acesso sempre foi um desafio, os t eanis deixaram de ser apenas objetos cobi çados para se tornar uma linguagem visual, uma declara f e3o pessoal e uma forma de se conectar e0 cultura global a partir de um olhar local.
A cultura sneaker venezuelana nunca se apagou; ela evoluiu no underground e virou um movimento-chave para entusiastas do streetwear que prezam pelo estilo e querem se destacar. A cena est e1 sendo reacendida por uma nova gera e7 e3o de criadores, atletas, artistas e lojistas. A CEO est e1 no cora e7 e3o de tudo como a fanica loja de bairro que reivindica o lugar da Venezuela no cen e1rio global dos cal e7ados. c2 abA Venezuela voltou ao radar como um mercado cheio de potencial, energia e uma comunidade que realmente entende o valor da cultura sneaker. O que constru edmos n e3o e9 apenas uma loja — e9 uma ponte cultural que atravessa fronteiras bb, afirma o propriet e1rio, Jos e9 Luis Cou f1ago.
Para entender de perto esse movimento na Venezuela, convidamos quatro vozes essenciais a compartilhar suas perspectivas sobre a comunidade local de sneakers e como est e3o escrevendo um novo cap edtulo para toda a regi e3o.
“T eanis v e3o al e9m do estilo — eles contam uma hist f3ria.”
Coes Sneakers
“Na Venezuela, os t eanis v e3o al e9m do cotidiano — representam identidade, resist eancia e express e3o cultural. Ter um par ic f4nico n e3o e9 s f3 sobre estilo, mas sobre pertencimento e aspira e7 e3o. Os sneakers ajudaram a construir comunidades conectadas e0 m fasica, e0 arte e ao esporte. Eles inspiraram a est e9tica local e influenciaram toda a cena art edstica. De certa forma, os t eanis tornaram adse ferramentas de narrativa visual — permitindo desafiar normas, remixar tend eancias globais e resgatar a heran e7a de silhuetas que marcaram e9pocas passadas.”
“Os t eanis abriram a porta para o jogo.”
Greivis V e1squez
“Meu relacionamento com t eanis sempre foi pessoal, dentro e fora da quadra. Quando entrei na NBA, havia restri e7 f5es r edgidas sobre o que pod edamos cal e7ar — os t eanis precisavam combinar com o uniforme. Hoje, os jogadores t eam muito mais liberdade para expressar seu estilo, e isso mudou completamente a conversa. Para jovens atletas, os sneakers s e3o mais do que pe e7as casuais — eles trazem motiva e7 e3o para o jogo. Na Venezuela, vejo crian e7as inspiradas n e3o s f3 pelo basquete, mas tamb e9m pelo significado de usar um bom par: esfor e7o, orgulho e comunidade. Os t eanis se tornaram uma ferramenta para conectar, sonhar alto e seguir em frente.”
“Meus t eanis deixam marcas na cidade — e em mim.”
Francisco Rizquez
“Os t eanis s e3o profundamente pessoais para mim. Cada par conta uma hist f3ria, como cap edtulos de um di e1rio visual. Ao caminhar por Caracas, sinto que estou deixando uma marca na cidade, literal e simbolicamente. Meu trabalho como explorador urbano nasce da conex e3o com espa e7os ainda pouco conhecidos da Venezuela. Escolho meus sneakers da mesma forma que decido como fotografar Caracas: com cuidado e inten e7 e3o. Para mim, os t eanis e a cidade s e3o insepar e1veis.”
“N e3o apenas trouxemos os sneakers de volta — demos in edcio a uma nova temporada cultural.”
Jos e9 Luis Cou f1ago
“Na CEO, passamos os faltimos anos reconquistando nosso lugar como refer eancia em sneakers e streetwear por meio de lan e7amentos exclusivos, eventos culturais e muita conex e3o com a comunidade. Fazer parte do programa Neighborhood — e sermos os fanicos no pa eds — significa criar experi eancias que v e3o muito al e9m do produto. A Venezuela voltou ao radar como um mercado cheio de potencial, energia e uma comunidade que realmente entende o valor da cultura sneaker. O que constru edmos n e3o e9 apenas uma loja — e9 uma ponte cultural que atravessa fronteiras.”
A cultura sneaker na Venezuela est e1 sendo reescrita — n e3o pelas marcas, mas pelo seu povo. Com a criatividade como combustível e a comunidade como b fassola, o movimento continua crescendo — par ap f3s par, hist f3ria ap f3s hist f3ria, passo a passo. A Am e9rica Latina se firmou como um mercado-chave para gigantes como Nike, adidas e ASICS, e a regi e3o n e3o d e1 sinais de desacelera e7 e3o. Do M e9xico e0 Col f4mbia e e0 Venezuela, o movimento segue em ascens e3o, impulsionado por uma comunidade vibrante que quer retomar a narrativa.



















