Drake amplia ação judicial por difamação contra UMG para incluir a performance de Kendrick Lamar no Super Bowl LIX
Apontando a apresentação de “Not Like Us” de K Dot como o estopim das acusações.
Drake está reforçando a ação por difamação contra a Universal Music Group com uma nova emenda. A atualização mais recente mostra The Boy incluindo detalhes que envolvem a apresentação de Kendrick Lamar no Super Bowl LIX, que foi o show do intervalo mais assistido da história.
No início desta semana, a equipe de Drake protocolou a emenda, que afirma que a apresentação de Kendrick Lamar com seu sucesso “Not Like Us” impulsionou as acusações falsas e difamatórias contra ele. A canção havia desencadeado originalmente as medidas legais tomadas por Drake contra a UMG. Em janeiro, ele processou a UMG pelo diss track, alegando que a gravadora “aprovou, publicou e lançou uma campanha para transformar um rap em um hit viral que acusa falsamente Drake de ser um pedófilo e defende retaliações violentas contra ele.” Ele também mencionou um tiroteio em sua residência em Toronto em maio de 2024, onde um de seus seguranças foi ferido. A ação judicial emendada também chama atenção para as ameaças crescentes que Drake e sua família vêm enfrentando após a canção ter sido apresentada no Super Bowl.
O processo diz: “A gravação foi executada durante o Super Bowl de 2025 e transmitida para a maior audiência já registrada para o intervalo de um Super Bowl, com mais de 133 milhões de pessoas, incluindo milhões de crianças, e milhões de outros que nunca tinham ouvido a canção ou qualquer uma das músicas que a antecederam. Foi o primeiro, e esperamos que o último, intervalo de Super Bowl orquestrado para assassinar o caráter de outro artista.” O processo observa que a apresentação da canção omitia palavras como “pedófilo”, contudo, Drake afirma que a censura não é suficiente. Após “Not Like Us” retornar ao topo do Billboard 100 na semana seguinte ao Super Bowl, Drake emendou a ação para incluir também a apresentação de Kendrick no Grammy de 2025, citando ambos os episódios como intensificadores das alegações difamatórias. O principal advogado de Drake, Michael Gottlieb, afirmou em um comunicado: “A reclamação emendada de Drake fortalece ainda mais um caso que já era sólido. As relações públicas da UMG e as tentativas fracassadas de evitar a descoberta não podem suprimir os fatos e a verdade.”
A UMG apresentou sua própria resposta às emendas: “Drake, inquestionavelmente um dos artistas mais consagrados do mundo e com quem desfrutamos de uma relação de sucesso por 16 anos, está sendo enganado por seus representantes legais, que o levam a tomar uma escolha absurda após a outra.” A declaração mais recente da UMG é uma tentativa desesperada de mudar a narrativa e desviar a verdade: Drake está responsabilizando o maior conglomerado musical do mundo por suas ações, fazendo isso sem medo.Rejeitamos a ação de discovery no Texas, pois agora o processo de descoberta ocorrerá em New York. Isso não é recuo, é vitória. A UMG rejeitou sua petição de primeira emenda no Texas por não ter fundamento, o que é perder. E a UMG sabe que o caso contra ela só está ficando mais forte.
Drake acolhe a descoberta e não tem nada a esconder. Não é Drake quem deve se preocupar; são as atuais lideranças da UMG. Estamos ansiosos para ouvir depoimentos de Lucian Grainge, John Janick e dos funcionários da UMG sob juramento.
A UMG afirma defender a criatividade, mas na verdade a explora, e a comunidade artística sabe disso. A UMG esgota os artistas em busca de lucros e, depois, os descarta. Drake se junta a um coro crescente de artistas que questionam a liderança da UMG. O público e os artistas devem se preocupar com as recentes manchetes envolvendo o maior acionista da UMG, o que apenas reforça a necessidade de transparência até o nível do Conselho de Administração.
A UMG disse, “cuidado com o que se pede,” Drake sabe exatamente o que pediu: a verdade e a responsabilização.















